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Se a oposição não pegar vento agora, nunca mais…

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas by Ray Melo, da editoria de política do ac24horas
11/08/2014
in Coluna do Nelson, Destaque Direita, Notícias, Política
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É Tempo de “trairagens”

O presidenciável Aécio Neves deu uma “colher de chá” grande aos candidatos das duas coligações de oposição vindo a Rio Branco. Esteve com o grupo de Bocalom(DEM) inaugurando o comitê de campanha e depois participou de um comício com Márcio Bittar (PSDB). Distribuiu sorrisos e simpatias e mostrou ser bastante próximo em Brasília de políticos acreanos como Gladson Cameli(PP), Petecão (PSD), Bittar e Flaviano Melo (PMDB). Deixou aquela sensação de que se ganhar a presidência vai ajudar o Estado. Mesmo porque numa agenda apertada de um candidato ao Planalto vir ao Acre não tem importância eleitoral. Os nossos eleitores representam apenas 0,3% do nacional. Mas Aécio demonstrou conhecimento da realidade local. Tocou em assuntos que são importantes como a ligação com o Peru pelo Juruá e a construção da Ponte do Madeira. Sem falar em soluções para o tráfico de drogas num Estado com mais de três mil quilômetros de fronteiras com os dois maiores produtores de cocaína do planeta, Peru e Bolívia.

A César o que é de César
O evento das Cinco Bocas foi bem organizado. Ao contrário de algumas matérias escritas por “simpatizantes” da FPA. Se tivesse sido a Dilma (PT) a ter vindo ao Acre talvez alguns oposicionistas também tentassem diminuir o brilho do acontecimento. Isso faz parte da política.

Desentendimentos normais
Houve de fato um certo tumulto de pessoas querendo posar ao lado do presidenciável. A esposa de Bittar, Márcia Bittar e a deputada Antônia Lúcia (PSC) chegaram a se “estranhar”. Mas coisa normal em qualquer festa.

Barrada no baile
A jornalista e candidata a deputada estadual Lenilda Cavalcanti (PP) saiu chateada. Um segurança a impediu se subir no palanque alegando que só poderiam estar presentes os candidatos a deputado federal.

Não é pra tanto
Mas na empolgação houve a liberação de acesso e o palco ficou muito lotado. Lenilda disse a colegas que desistiria da candidatura pela desfeita. Não é para tanto. Lenilda que acompanha o “mundo cão do Acre” tem muito a contribuir se conseguir se eleger deputada.

Sempre na foto
Quem não saiu de perto do presidenciável foi o candidato a federal Rui Birico (PSD). Uma figura. Teve momentos que parecia estar mais “entrosado” com Aécio que os próprios majoritários. Birico deve ter saído em todas as fotos.

Gratidão
Quando perguntaram a Aécio sobre os irmãos Vianas e as oligarquias de poder o presidenciável “livrou a cara” do senador acreano Jorge Viana (PT). Disse respeitá-lo e admirá-lo. Numa certa ocasião há quatro anos Jorge defendeu Aécio de acusações pessoais. Uma mão lava a outra e ponto final.

A união possível
Conversei com Bocalom durante a inauguração do seu Comitê. Ele mais uma vez garantiu que num eventual segundo turno a oposição irá se unir. Querelas recentes dos passado que voltaram à tona não deverão azedar as relações entre as duas coligações.

Não entendo
Aliás, essa famigerada dívida com a produtora que fez os programas de Bocalom foi “quase” toda paga. Pelo que entendi da matéria que li faltou apenas R$ 50 mil. Por que não fizeram uma “vaquinha” e solucionaram de vez essa questão?

Coerente
O vice Henrique Afonso (PV) não quis muita conversa com a visita de Aécio. Ele garantiu que o seu candidato à presidência é Antônio Jorge (PV), do seu partido. Ainda que postura ideológica entre os dois seja imensa.

Campanha “quase” majoritária
Uma pessoa que chegar a Rio Branco sem conhecer a política local poderá pensar que o deputado estadual Ney Amorim (PT) é candidato ao Governo. Nem a campanha majoritária da FPA tem tanto apelo visual no quesito quantidade.

Quem pode mais chora menos
O volume de cartazes e carros envelopados na campanha do primeiro secretário da ALEAC impressiona. Ney Amorim tem um verdadeiro exército trabalhando pela sua reeleição. Deve estar sonhando alto com o número de votos.

Aqui e lá também
Já no Vale do Juruá, quem impressiona com o volume de campanha é o presidente da ALEAC, Élson Santiago (PEN). Na tentativa de se reeleger pela oitava vez consecutiva Santiago tem conseguido apoios importantes.

Pote de ouro
Na realidade, as campanhas dispendiosas de Santiago e Amorim têm duas motivações óbvias. De fato disputam na chapa mais difícil para estadual. E além disso, os dois sonham com a presidência da ALEAC. Em 2015, orçamento da Casa passará dos R$122,5 milhões. É muito dinheiro pra pouco índio.

Contradição
A ALEAC tem esse orçamento para garantir a “sobrevivência” de 24 deputados. É dobro de Cruzeiro do Sul, o segundo maior município do Acre, em que o prefeito precisa cuidar do bem estar de quase 100 mil habitantes. Vai entender…

O simbolismo do Acre
Sinceramente espero que os outros presidenciáveis venham ao Estado. A nossa pouca representatividade eleitoral não deveria ser um fator para o “esquecimento” do Acre na rota dos candidatos. Afinal, temos uma das maiores fronteiras com os países da América do Sul importante para a soberania da Nação. Sem falar na riqueza de uma floresta com uma biodiversidade ainda desconhecida. Quase duas dezenas de etnias indígenas vivem por aqui numa resistência das culturas primitivas em relação a um mundo ultra modernizado. Sem falar de um povo que escolheu ser brasileiro. Mesmo sem muitos votos o Acre existe e merece a atenção dos nossos presidenciáveis. Esperemos que a visita de Aécio Neves inspire os outros a virem também por essas bandas…

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