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“Estou sendo sentenciado sem defesa”, diz Gladson Cameli

Da redação ac24horas by Da redação ac24horas
31/03/2015
in Destaque Direita, Notícias
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“Estou sendo sentenciado sem defesa”, diz Gladson Cameli

Gladson internaPela primeira vez desde que teve seu nome divulgado na lista de políticos acusados de receber dinheiro desviado da Petrobras,  segundo investigações da Polícia Federal, na Operação Lava-Jato, o senador Gladson Cameli (PP-AC) foi a tribuna do Senado Federal na tarde desta terça-feira, 10, para negar as acusações que pesam contra si.

Cameli afirmou que sempre pautou sua vida pública pela ética e confessou que ficou “indignado” ao ver seu nome no listão da Lava-Jato. “Não deixarei de provar que as acusações incriminadoras não passam de devaneio do acusador, uma vez que não existe notícia ou elementos para abertura de peça administrativa”, disse.

“Nego com veemência que não recebo e nunca recebi dinheiro do Partido Progressista que não estejam devidamente declarados, e mais, aprovados pelo Tribunal Regional Eleitoral, na sua unanimidade e sem ressalvas”, discursou Cameli revelando que mais de 90% de sua campanha foi subsidiada pelo grupo empresarial pertencente a família Cameli.

“Não sou contra que se investiguem homens públicos. Pelo contrário, sou a favor que homens públicos sejam sim investigados à luz dos princípios constitucionais da ampla defesa e do respeito ao contraditório. Hoje estou sendo acusado sem processo e pior, sentenciado sem defesa. A minha convicção na justiça não será abalada e por meio dela provarei a minha inocência e comprovarei que não faço parte do mar de lama que tentam generalizar esta casa”, bradou Gladson que chegou a se emocionar durante o discurso.

ENTENDA O CASO

Na semana passada, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu autorizar a abertura de inquérito para investigar 49 pessoas – das quais  47 políticos – suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras revelado pela Operação Lava Jato, desencadeada pela Politica Federal. Além disso, o STF decidiu pela quebra do sigilo e revelou também o nome dos políticos envolvidos, entre eles, Gladson Cameli. O PP de Cameli é o partido com mais políticos entre os que responderão a inquéritos (32). Em seguida, vêm PMDB (sete), PT (seis), PSDB (um) e PTB (um).

Documentos disponibilizados no Portal do Ministério Público Federal revelam que o então deputado federal Gladson Cameli (PP), que atualmente exerce o mandato de senador, fazia parte do baixo clero do Partido Progressista, que na concepção do doleiro Alberto Yousseff, um dos delatores do esquema, recebia a menor parte do esquema, de R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês.  Já outros parlamentares do PP, como José Janene, Mário Negromonte, João Pizzolatti, Pedro Correia e Neldon Muerer, considerados de maior influência no partido, recebiam valores que giravam em torno de R$ 250 mil e R$ 300 mil.

O depoimento que incrimina o parlamentar acreano consta na denúncia apresentada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, que entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito no último dia 03. A lista contém o nome de 54 pessoas que têm direito a foro privilegiado, ou seja, que são investigados apenas pelo corte maior do País.

Apesar de Gladson ter seu nome envolvido na Lava-Jato, ele não é o único acreano na investigação. O governador Sebastião Viana (PT),também será investigado  pela Procuradoria Geral da República (PGR), por suposto envolvimento com os desvios de dinheiro da Petrobras.A PGR decidiu que vai pedir abertura de inquéritos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra ele, citado na Operação Lava-Jato. O nome do governador não constou na lista do STF por que a legislação só autoriza que o caso dele seja analisado pelo STJ.

De acordo com as investigações feitas pela polícia federal, cerca de R$ 10 bilhões foram desviados da Petrobrás para o pagamento de propina a políticos e diretores da empresa.

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