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Ativistas dizem que conflitos agrários no Acre podem voltar como na década de 1980

Da redação ac24horas by Da redação ac24horas
11/01/2019
in Destaque 7, Notícias, Política
0
Em agenda externa, Gladson Cameli busca investidores para ‘rondonizar’ Acre

O advogado Gumercindo Rodrigues, que atuou ao lado de Chico Mendes, vê que o quadro político atual tende a acirrar confrontos e reabrir velhas feridas na luta pela posse da terra no Acre. “A situação hoje, infelizmente, e a perspectiva para o ano que vem é ainda pior, é de que nós estamos voltando a antes de 1988, a uma situação de conflito, de ameaça. Já teve casa de seringueiro queimada aqui no ano passado e este ano, reconstruída a casa, fazendeiro passou com trator por cima e derrubou. Enfim… isso em Xapuri, onde todo mundo pensa que está tudo tranquilo, porque tem a reserva”, avaliou Gumercindo. Outros ativistas, como o senador Jorge Viana, compartilham de semelhante preocupação.

Pontos que podem ocorrer retrocesso na área ambiental convergem ao agronegócio, que será largamente incentivado pelos governos federal e estadual nos próximos anos. Com isso, conquistas relevantes podem ser prejudicadas. A principal delas é a Reserva Extrativista (Resex) cujo conceito foi produzido pelo acreano Chico Mendes como parte da promoção de uma “reforma agrária” para as comunidades locais, discutido pela primeira vez durante o 1º Encontro Nacional dos Seringueiros, em 1985. A ideia foi concebida como uma forma de aliar a preservação da floresta com o usufruto da terra, permanecendo sua posse com os povos locais (indígenas, seringueiros e outros extrativistas).

Hoje, as Resex são áreas onde o desmatamento é substancialmente menor do que no restante da região. Mas esse território está ameaçado. A pressão de pecuaristas avança também pela via judicial, com grandes proprietários constrangendo posseiros a venderem suas terras ou fecharem acordos lesivos aos povos tradicionais – e à floresta.

Segundo o último Boletim do Desmatamento divulgados em novembro pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Acre ainda é o Estado amazônico com menor índice de alertas de desmatamento, 4% do total). Mas no ranking das dez Unidades de Conservação com maior número de alertas, a Reserva Chico Mendes ficou em segundo lugar. Entre agosto e novembro o desmatamento foi o dobro em comparação ao mesmo período de 2017. Somente em novembro foi quatro vezes maior.

Questões relacionadas ao momento do Acre preocupam parlamentares de atuação amazônica. O vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, o deputado Arnaldo Jordy, do PPS do Pará, disse que mais do nunca a luta de Chico Mende está atual. “Antes de mais nada, a denúncia do Chico Mendes era a denúncia do modelo agroexportador primário que, lamentável e tragicamente, ainda prevalece em boa parte do território brasileiro e, particularmente, na Amazônia”, lamenta Jordy. “Então, a luta, a denúncia, a história e a atuação de Chico Mendes estão rigorosamente atuais nos dias de hoje”, conclui.

O ambientalista Fábio Feldmann ressalta que, apesar de ameaçado de morte, Chico Mendes liderou uma resistência pacífica ao desmatamento da Amazônia, discutindo o texto constitucional e defendendo a sua grande bandeira: as reservas extrativistas.

Eleito com bandeira do desenvolvimento econômico, o governador Gladson Cameli visita autoridades e frentes de produção de Rondônia, Estado que deve servir de modelo para seu projeto-iniciativa denominada “rondonização” do Acre pelos ambientalistas. A expressão foi cunhada pelo ex-governador Binho Marques.

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