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Jogando futebol na Croácia, acreano conta os desafios de ser jogador em outro continente

Leônidas Badaró by Leônidas Badaró
24/02/2020
in Destaque 4, Notícias
0
Jogando futebol na Croácia, acreano conta os desafios de ser jogador em outro continente

Aos 20 anos, Gabriel Simão começa de fato a realizar um sonho. Nos últimos dias, o acreano, nascido em Rio Branco, que jogou nas categorias de base do Vasco, Rio Branco e Galvez, assinou seu primeiro contrato como jogador profissional. Só que não foi em nenhum dos três times que jogou no Acre. O destino de quem luta para realizar seus sonhos o levou para o outro lado do mundo. Gabriel Simão é o novo jogador do NK Vinodol, da cidade croata de Novi Vinodolski.

Gabriel, que nos campos acreanos era conhecido como “Cirigol”, é a prova da persistência e de quem tem fé que sua hora vai chegar. Nos últimos dois anos e meio, ele passou por times amadores da própria Croácia e na Áustria. “Eu joguei primeiro pelo Zelengaj, que era amador e da quarta divisão da Croácia, depois fui para NK Drava, da Eslovênia e passei três meses fazendo amistosos e treinando com o time, mas não cheguei a assinar com eles porque só podia jogar um estrangeiro e o time já tinha cinco nigerianos”, explica.

E então ele foi para a Áustria. “Fiquei em Graz, segunda maior cidade do país. Lá me destaquei durante a temporada amadora e entrei quatro vezes na seleção dos melhores jogadores da liga amadora. Passei minhas férias treinando muito porque estava buscando algo melhor pra minha carreira e agora cheguei ao NK Vinodol e assinei meu primeiro contrato profissional”, diz.

Gabriel conta que o aprendizado nos times amadores foi muito importante para sua adaptação. “Quando a gente fala em futebol amador aqui há uma diferença muito grande do amador no Brasil. Aqui as equipes amadoras possuem uma estrutura muito boa, parecida com o profissional e muito superior à de times profissionais brasileiros, além do que os campeonatos duram toda a temporada. Esse tempo que passei nessas equipes foi muito importante para conhecer o esquema de jogo e conseguir adaptar meu futebol”, destaca.

O acreano foi destaque na imprensa local ao fazer sua estreia em um amistoso neste sábado, 22. O início foi com o pé direito. Gabriel sofreu o pênalti que deu a vitória por 2 a 1 para sua equipe. A reportagem destaca o fato de ele ser o primeiro brasileiro a jogar no time e destaca que Gabriel já fala croata fluentemente. “Fiz questão de aprender o idioma para poder me comunicar bem com a comissão técnica e meus companheiros de clube”, afirma.

Jogando futebol na Croácia, acreano conta os desafios de ser jogador em outro continente
Jogando futebol na Croácia, acreano conta os desafios de ser jogador em outro continente

Gabriel mora sozinho em uma casa à beira mar cedida pelo clube. Ele diz que ficar só, longe da família, é a pior parte. “Quando você fica sozinho como estou agora é complicado. A saudade aperta, mas graças a Deus sempre tive foco e nunca pensei em desistir”.

Além da família, como bom acreano, Gabriel sente falta mesmo é do feijão e da farinha. “A comida não é ruim, eles comem muito frango e tem arroz também. O que é ruim é que o feijão é enlatado e não é tão bom quanto o nosso. Mas o que sinto falta mesmo é da farinha que não tem aqui”, garante.

Perguntado se tem vontade de voltar a jogar no Brasil, Gabriel não fecha as portas, mas diz que a prioridade é o mercado europeu. “Eu agradeço ao Zoran Ivancic, meu empresário, por confiar no meu potencial. Em relação ao Brasil, eu penso em fazer história aqui, foi onde as portas se abriram. A Croácia me acolheu muito bem e é na Europa que quero construir minha carreira”, finaliza.

Leia mais: http://tunera.info/brazilac-u-vinodolu-novi-me-podsjeca-na-brazil/?fbclid=IwAR2Fzy6-jbb9bT15TwteEAXRi1eSadiC7sQnDaxa9gW6Odym_JJwXR-oEqk

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