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As consequências nefastas dos “caciques” na política do Acre

Nelson Liano Jr. by Nelson Liano Jr.
29/07/2016
in Coluna do Nelson, Notícias, Política
0
Jonas Lima e Gehlen Diniz debatem sobre o caos político do país

Ninguém é louco de renegar a experiência dos mais velhos. Ela conta muito e evita que os mais jovens cometam erros. Mas a renovação, principalmente na política, é essencial para que a sociedade siga seu curso natural de evolução. E os mais experientes tem que saber a hora de saírem da linha de frente para se tornarem professores. No Acre a gente tem assistido a um “caciquismo” que parece não ter mais fim. E esse “caciquismo” existe tanto na oposição quanto na FPA, comandada pelo PT. Velhos dinossauros que se acostumaram com o poder e, como me disse um taxista, olham a administração pública como propriedade privada. Se sentem donos de tudo porque perderam o respeito pelo principal objeto da política, o bem estar social. Esses “caciques” não aceitam ser contrariados porque estão firmados nos seus castelos ilusórios de ego e vaidade. Não entendem o contraditório como uma oportunidade de crescimento e aprendizado. Emanam o ódio e, assim, olham os adversários políticos como inimigos mortais. Isso porque fomentam e vivem cercados da fofoca, da delação, do puxa-saquismo, coisa do mal mesmo. Ainda que alguns deles ainda digam nos palanques e nas redes sociais falsamente que são do bem. Enganam o povo com discursos mentirosos, mas sabem que como não é possível enganar a si mesmos um dia virá a fatura com juros e, nessa hora, só haverá mesmo, como dizia o Mestre Jesus, choro e ranger dos dentes.

A essência
A democracia tem como base principal o debate. E o debate só é possível se houver divergência. Então o adversário de qualquer político é na verdade o seu complemento necessário. Não é o seu inimigo. Sem os adversários não existe democracia e nem debate. Assim é essencial respeitar o adversário porque todos precisam dele para alcançarem o sucesso na política.

Criação
É através dos debates que vêm as boas ideias e projetos. O conhecimento das diversas opiniões da sociedade, de cada ser humano e das suas necessidades são revelados no calor dos bons debates. Portanto, a sua finalidade é a criação e não a destruição.

Vinhos novos, em odres novos
A nova geração de políticos que está surgindo no Acre precisa prestar atenção para não cometer os mesmos erros do “caciquismo”. Para escapar dessa armadilha é preciso ouvir o povo. Os diversos setores da sociedade e, sobretudo, respeitar o contraditório.

Hora de arejar
O papel do político é servir e não se servir dos recursos. Utilizá-los de maneira a beneficiar as pessoas, tornar as suas vidas melhores. É uma grande responsabilidade esse trabalho. Não é coisa para alimentar o ego e a vaidade. E nem é brincadeira.

Consequências nefastas
Um hospital que deixa de ser construído por terem usado o recurso para corrupção gerará um péssimo destino para quem fez esse uso indevido. Se colhe aquilo que se planta. Essa é uma lei universal que transcende a política. Não há como escapar.

Consequências nefastas 2
Por exemplo, uma rua foi mal pavimentada. Terá que ser pavimentada novamente em algum momento. Esse recurso desperdiçado poderia ter sido investido em outra obra que a comunidade precisava. Uma creche, uma escola, um parque, etc. Isso vira uma bola de neve e quem paga a conta é a população.

Libertação
Quem não quer a liberdade? Principalmente para pensar e emitir a sua opinião? Em tempos de redes sociais é possível a todos se manifestarem. O “caciquismo” tenta justamente reprimir essa livre expressão. Querem impor uma única maneira de pensar e quem não pensa como eles é tachado de mal. Não respeitam a liberdade. Ao invés de procurarem o diálogo partem para a agressão. Isso é muito triste.

Luz no fim do túnel
Nesse sentido é importante o surgimento de novas lideranças. Mas não adianta ser jovem se a cabeça está viciada em velhos conceitos e sistemas de poder. Como dizia Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, “é preciso ouvir a voz rouca das ruas.” Aprender com o povo. Adquirir a simplicidade para servir.

A eleição
Nessa pré-campanha em que se formaram as chapas para a disputa vi muito “caciquismo”. Mas fiquei com a sensação que algo se renovou. Ou seja, existem candidatos em todos os municípios com potencial para fazerem uma mudança de paradigma no Acre. Tem gente nova no jogo e isso é bom.

Um toque do colunista
Ninguém dá conselhos. Mas procurei nessa coluna fazer uma reflexão para todos os candidatos a prefeitos e vereadores que vão participar das eleições. Não façam igual como vem sendo feito. Isso está gerando muito sofrimento às pessoas. Pensem bem antes de assumirem uma responsabilidade com a população. Meditem para ver se estão preparados. Aos que ganharem se entreguem de corpo e alma para servir. Entendam que estarão num cargo de maneira provisória. Isso passa e a vida continua. Então por que não deixar um rastro de coisas boas? Quem utiliza o que não é seu uma hora ou outra acaba sofrendo as consequências. Tenho fé que uma nova geração de políticos acreanos possa fazer diferente. Se não todos, mas alguns. Tragam algo novo de verdade. E não se preocupem em escrever os seus nomes na história. Isso é coisa do ego e da vaidade. O tempo com os seus mistérios têm algo muito melhor a oferecer aos que cumprem verdadeiramente a sua missão do que nomes em placas de ruas, ou bustos em praças para o pombos defecarem. O importante é sempre deixar pistas luminosas para as novas gerações seguirem.

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