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Que os viu quem os vê

Narciso Mendes by Narciso Mendes
28/07/2022
in Acre
0
Coluna: Narciso Mendes escreverá em ac24horas todas às quintas

Por que os parlamentares que elegerem Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados decidiram enxotá-lo?

Os presidentes das nossas Casas legislativas, e em todos os níveis, são eleitos pelos seus respectivos pares para exercer um mandato de dois anos. Em relação ao deputado federal Eduardo Cunha, seu mandato para presidir a Câmara dos Deputados teve início no dia 01/02/2015 e deveria se estender até o dia 01/02/2017. Daí a pergunta que não pode calar: quais as causas que determinaram as interrupções do seu mandato, uma temporária por determinação judicial, e outra em definitivo, como conseqüência da cassação do seu mandato parlamentar? Afinal de contas, nada igual havia acontecido em toda a nossa história republicana. .

As causas, decerto, foram muitas, entre elas e a se destacar, sua incomum capacidade de se envolver em encrencas, muitos delas, por incrível que possa parecer, por iniciativa dele próprio, até porque, na busca dos seus interesses, legítimos ou ilegítimos, ele jamais obedeceu a qualquer limite, ou seja, sempre fazia o que lhes desse na telha.

A despeito do seu jeito de ser e de agir, entre o céu que viveu e o inferno que viverá após a cassação do seu próprio mandato parlamentar, ainda assim, Eduardo Cunha conseguiu algumas vitórias, entre elas, a mais expressiva foi a de ter chegado à presidência da Câmara dos Deputados, magistralmente eleito, porquanto teve que derrotar dois outros candidatos tidos como pesos-pesados: o deputado federal Arlindo Chinaglia, do PT e apoiado pela recém reeleita presidente Dilma Rousseff e o deputado federal Júlio Delgado, apoiado pela aliança PSD/PSDB. Ainda assim, sua eleição se deu em primeiro turno, um feito que só imaginava que iria alcançar em segundo turno.

Nos primeiros dias de sua gestão à frente do terceiro cargo mais importante de nossa República, Eduardo Cunha cuidou de fortalecer-se politicamente, e para tanto, patrocinou a aprovação de uma lei que transformou “de propositivas a impositivas” as liberações das suas emendas parlamentares, um mimo que propiciou a todos os deputados federais, a ter garantido, ao longo dos seus mandatos, a liberação de R$-64,00 milhões, para distribuí-lo consoante seus próprios interesses, independente de sua destinação. Outro mimo: a despeito da brutal recessão que estávamos e continuamos enfrentando, na sua gestão a verba do fundo partidário foi orçamentariamente acrescida em quase 300%. Resultado: para os seus pares, Eduardo Cunha transformou-se no “cara” que veio para satisfazer suas aspirações e vontades. Diria até, cumpriu o que havia prometido.

Com o propósito de fortalecer-e ainda mais, a margem dos partidos políticos, Eduardo Cunha criou um grupo de parlamentares, apelidado de “frentão”, através do qual, tornou-se ainda mais poderoso.

Por estas e outras, nada justifica que dos 267 deputados federais que o levou aos píncaros de sua glória, justamente, na hora em que mais deles precisava apenas uma dezena deles tenha saído em seu socorro.

No livro que prometeu que escreverá, ou quem sabe até, numa provável delação premiada, Eduardo Cunha muito provavelmente responderá aos muitos “porquês” que resultou o placar “450 a 10”, afinal e contas, de braços cruzados e de boca fechada ele não vai ficar.

Narciso Mendes de Assis é engenheiro civil, empresário da construção civil de das comunicações e já ocupou mandatos de deputado estadual e federal. Hoje se dedica as suas empresas de comunicação. Atualmente dirige o jornal O Rio Branco, o mais antigo do Acre.

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