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Cheias de grande intensidade são cada vez mais frequentes em Rio Branco

Edmilson Ferreira by Edmilson Ferreira
12/02/2022
in Cotidiano, Notícias
0
Vazante permite recomeço às famílias atingidas pela cheia do Rio Acre na Capital

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

Pesquisadores da Universidade Federal do Acre (UFAC) analisaram dados coletados entre 1970 a 2018 em Rio Branco, e concluíram, em estudo publicado na “Revista Brasileira de Meteorologia” no dia 4 de fevereiro que a ocorrência de eventos hidrológicos de grande magnitude danosa está cada vez mais frequente.

O risco hidrológico, que está relacionado tanto com a probabilidade de ocorrência, quanto com a expectativa de perdas, tem apresentado, portanto, maiores chances de acontecer.

Segundo Genivaldo Moreira, pesquisador da pós-graduação em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia da Ufac e um dos autores da pesquisa, existem fatores naturais, a exemplo dos fenômenos El Niño e La Niña, que influenciam e potencializam a ocorrência de eventos hidrológicos extremos. No entanto, a ação antrópica e as alterações climáticas decorrentes dela têm aumentado a frequência e a potência dos ciclos hidrológicos em Rio Branco.

“A metodologia aplicada no estudo destacou ferramentas estatísticas robustas e modernas, que ganharam notoriedade especialmente por causa da recorrência do tema que envolve alterações climáticas. Os testes de tendências avaliam o comportamento das variáveis hidrológicas que, assim como em outras regiões, permitiram a aplicação de modelos coerentes para a estimação de valores de vazão, associados à determinada probabilidade de ocorrência”, pontua Moreira. Ele ainda comenta que, na metodologia da pesquisa, a distribuição de probabilidades ajustadas aos dados, faz parte de uma gama de modelos comumente utilizados na busca de relacionar a magnitude dos eventos e sua frequência.

O tempo de retorno, conceito aplicado no estudo e ligado ao tempo médio necessário para a ocorrência de determinado fato em um ano, em um espaço de tempo de 10 anos, apresentou um risco mais contundente em um período cada vez menor. Em 195 anos, o risco de eventos hidrológicos de grande magnitude foi de 5%. No entanto, para um risco de 20%, apenas 45 anos foram registrados como tempo de retorno. Isso representa um comportamento de recorrência maior em um curto período para a ocorrência de chuvas de grande potencial danoso.

“Mesmo diante da necessidade de se conhecer os processos hidrológicos em escala global, é de extrema importância conhecê-los no contexto regional. Isso pode, inclusive, ajudar a entender melhor o conjunto de fatores que atuam sobre tais processos”. Segundo o pesquisador, a cidade de Rio Branco foi selecionada para o estudo por estar inserida em um contexto geográfico típico, que sofre consequências da variabilidade acentuada nos processos hidrológicos. “Com isso, é comum a ocorrência de extremos, tanto de cheias, quanto de estiagens, cujos impactos são acentuados.”, aponta.

O autor ainda complementa que a ciência nacional ganha com um estudo centrado na análise de dados hidrológicos na planície de inundação do Rio Acre, já que a região, que possui características típicas do ambiente amazônico, ainda é carente de estudos específicos. “Rio Branco, cidade com maior concentração populacional do Acre, ao sofrer de cheias mais acentuadas, apresenta uma série de problemas não somente de natureza econômica, mas sobretudo social e ambiental. Na verdade, todos os anos, pelo menos uma pequena parte da cidade é atingida por cheias, o que diferencia a cada ano é a sua magnitude”.

Para a Agência Bori, especializada em cobertura científica, o estudo dos pesquisadores da UFAC é de fundamental relevância enquanto ferramenta técnico/científica de apoio à decisão na gestão dos recursos hídricos em escala regional, tendo-se em conta que o risco de inundação é passível de ser gerenciado e pode ser reduzido. “Além disso, os resultados obtidos servirão de base para ações de atenuação do risco associado a eventos extremos de cheias na cidade de Rio Branco”, diz. (Com Agência Bori)

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