“Os artistas estavam mal acostumados. Queremos acabar com os privilégios e atender toda classe cultural, sem distinção”, diz Manoel Pedro, o “Correinha”, presidente da Fundação Elias Mansour.

Os desafios de gerenciar a cultura do Acre com recurso reduzido, o abandono de espaços, a necessidade de levar opções para o interior do estado e a relação com os fazedores de cultura, você acompanha em uma Boa Conversa, com o bate-papo de Leônidas Badaró com o Manoel Pedro, o “Correinha”, presidente da Fundação Elias Mansour. Assista!

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