A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente e das Mudanças Climáticas, fez uma avaliação, junto com o seu colega das Relações Exteriores, Mauro Vieira, sobre o evento Diálogos Amazônicos, realizado neste fim de semana em Belém.

Marina destacou a forte presença da sociedade nas atividades e nas plenárias transversais realizadas no evento, que para ela é um dos trilhos que antecede a Cúpula da Amazônia, que começa nesta terça-feira, 8, também na capital paraense.

“A Cúpula da Amazônia se dá em dois trilhos e o primeiro trilho já teve um sucesso enorme, porque toda essa participação, todo esse envolvimento, não só de pessoas do Brasil, mas dos diferentes países que compõem o acordo de cooperação da Amazônia”, disse a ministra em material divulgado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

“Como tivemos esse hiato de 14 sem ter uma convocação da Cúpula, nós chegamos a ela com uma clareza. A primeira delas é de que a Amazônia está drasticamente ameaçada. A segunda, que nós não podemos permitir que ela entre em ponto de não retorno. A terceira, de que é impossível reverter esse processo trabalhando de forma isolada. Então nós vamos trabalhar de forma conjunta”, acrescentou Marina.

Um dos mais importantes encontros de chefes de Estado dos chamados países amazônicos, a Cúpula da Amazônia ocorre entre os dias 8 e 9 de agosto, em Belém, no Pará. Representantes de 15 países vão debater desmatamento ilegal, combate ao crime organizado e financiamento externo para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.